quinta-feira, 1 de julho de 2010

Reflexão da Semana - Lições espirituais da natureza

Porque sabemos que toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora. Romanos 8:22



Quando Deus criou Adão e Eva, não lhes deu um palácio para morar, mas um belo jardim, para que o santo par fosse parte integrante da natureza e pudesse apreciar de perto as maravilhosas obras de Deus e seu coração se voltasse continuamente para o Grande Artista.
Essa integração entre o ser humano, as plantas e os animais era perfeita e harmoniosa até o dia em que o pecado entrou em nosso planeta e estragou tudo. A partir de então surgiram os espinhos e cardos.
Dentes e garras passaram a fazer parte do mundo animal, e apareceram pragas que nos molestam até hoje. (Às vezes me pergunto por que é que Noé não deu uma chinelada naquele casal de mosquitos que entrou na arca.) Por causa de uma desobediência aparentemente pequena e inconsequente, “toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora”.
Apesar de tudo, a natureza, que o pecado e o homem ainda não conseguiram destruir, revela resquícios daquela beleza original que um dia será restaurada e talvez superada.
Ao viver entre nós, Jesus demonstrou interesse no mundo natural e extraía preciosas lições espirituais de pessoas, animais e plantas. Como preparativo para Seu ministério, retirou-Se para o deserto, a fim de meditar e orar, e então passou a ensinar as multidões à beira-mar ou no alto dos montes.
Cristo nos convida a observar a natureza, em busca de conforto e enlevo espiritual, ao dizer: “Observai os lírios” (Lc 12:27); “observai os corvos” (Lc 12:24); “vai ter com a formiga” (Pv 6:6); “pergunta agora às alimárias [...] e às aves dos céus [...] ou fala com a terra [...] até os peixes do mar to contarão” (Jó 12:7, 8). Também nos adverte: “Eis que Eu vos envio como ovelhas para o meio de lobos; sede, portanto, prudentes como as serpentes e símplices como as pombas” (Mt 10:16).
Quando Jesus voltar, dando início ao Seu reino de glória, toda a criação será restaurada à sua perfeição original. Então voltará a haver perfeita integração entre o homem e os reinos animal e vegetal.
O profeta Isaías assim descreve essa nova era em que não haverá mais qualquer vestígio do pecado: “O lobo e o cordeiro pastarão juntos, e o leão comerá palha como o boi [...] Não se fará mal nem dano algum em todo o Meu santo monte, diz o Senhor” (Is 65:25).
Então, homens, mulheres, crianças e animais substituirão os gemidos por louvores a Deus. Aguardemos com fé e esperança esses dias melhores e sem fim.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Reflexão da Semana - Antes que chegue o inverno

 Apressa-te a vir antes do inverno. 2 Timóteo 4:21

Amanhã começa o inverno, e por isso achei apropriado utilizar alguns pensamentos do famoso sermão “Come Before Winter” (Venha Antes do Inverno), de Clarence Macartney.

Ao escrever a segunda carta a Timóteo, Paulo se achava aprisionado em Roma, aguardando o julgamento e possível condenação. Paulo sabia que a vida dele estava no fim. O imperador Nero jogara a culpa do incêndio de Roma sobre os cristãos. E Paulo, como líder deles, acabou sendo julgado, condenado e decapitado em Roma.

Geralmente um cristão era acusado de dois crimes: (1) Ateísmo (acredite se quiser), pelo fato de não aceitar que o imperador fosse um deus; (2) Canibalismo. Na Última Ceia Cristo disse: “Tomai, comei; isto é o Meu corpo” (Mt 26:26). A interpretação literal das palavras do Mestre servia de argumento para essas absurdas acusações contra os cristãos.

Paulo havia encarregado Timóteo de cuidar da igreja em Éfeso, e agora escreveu-lhe pedindo que viesse a Roma com urgência – antes do inverno. Por quê? Porque no inverno não havia navegação no Mediterrâneo, por ser muito perigosa.

Se Timóteo esperasse até o inverno, teria de esperar até a primavera. E Paulo achava que não estaria vivo até lá, pois escreveu: “O tempo da minha partida é chegado” (2Tm 4:6).

Imaginamos que quando Timóteo recebeu essa carta, ele largou tudo e viajou no mesmo dia, passando por Trôade, onde apanhou os livros e a capa de Paulo, na casa de Carpo. E após vários dias de viagem chegou a Roma a tempo de ver Paulo com vida.

Há certas coisas na vida que têm de ser feitas antes do inverno. Ou nunca. Uma palavra de gratidão, de amor, um gesto de carinho, um presente. Se não for hoje, amanhã poderá ser tarde.

Um velho rabino costumava dizer: “Arrependa-se um dia antes de morrer.” “Mas não sabemos o dia de nossa morte”, respondiam os ouvintes. “Então arrependa-se hoje”, concluía ele.

Há duas razões para essa urgência. A primeira é a incerteza da vida humana. Davi, em sua última entrevista com Jônatas, disse: “Tão certo como vive o Senhor, e tu vives, Jônatas, apenas há um passo entre mim e a morte” (1Sm 20:3). Isto se aplica a cada um de nós. Só há um passo entre nós e a morte.

A segunda razão é que amanhã nossa disposição poderá mudar. O coração, tal qual o solo, tem sua estação própria para receber a semente.

Quando o Espírito Santo convida alguém a vir a Cristo, Ele nunca diz “amanhã”, mas sempre “hoje”. Hoje é o dia da salvação. Hoje, se você ouvir a voz de Deus, não endureça o coração.

Amanhã começa o inverno. Venha a Cristo hoje.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Reflexão da Semana - Ele me Dará Sabedoria

Ainda que você, como a águia, faça o seu ninho nas alturas, de lá Eu o derrubarei.
Jeremias 49:16, NVI

O animalzinho se aproximou desconfiado. Inclinou-se e passou a saborear a relva fresquinha.

O menino silencioso esperava o momento certo. A distância era boa. Colocou sua flecha em posição e soltou-a. Um balido e o bichinho caiu por terra.

Seu pai se sentiria feliz com o presente. Orgulhoso, dirigiu-se para casa com seu troféu.

Seu irmão correu ao seu encontro.

– Pobre bichinho. Sua mãe ficará muito triste por não encontrá-lo.

– Ah! Não me aborreça! Não precisa comer. Não é para você, mesmo.

O pai estava à porta de casa e viu quando o filho se aproximou com a caça.

– Bela caça! Parabéns! A carne deve estar macia e saborosa.

– Obrigado, pai! Vou levá-la para mamãe prepará-la para o senhor.

Ele era o orgulho do seu pai: forte, valente e excelente caçador. Mas havia algo nele que incomodava sua mãe. Ele gostava muito de estar fora de casa, na companhia de meninos mundanos, e ele e o irmão brigavam muito.

Os costumes e tradições da família também não lhe eram tão interessantes e não levava a sério as reuniões em família.
Começou a namorar uma garota que não tinha os mesmos costumes e crenças que ele. Acompanhava-a às festas que o povo dela fazia ao deus deles, e aos poucos foi se distanciando do verdadeiro Deus. Segundo o costume, ele teria a responsabilidade sobre as tradições e crenças da família, mas não deu importância a isso. Infelizmente, Esaú fez a escolha errada e o irmão ocupou seu lugar no plano de Deus.

Por causa de sua escolha, nasceram duas gerações opostas: uma que procurou seguir os conselhos de Deus (a do seu irmão), e a outra (a dele) que se misturou com os povos pagãos e se esqueceu totalmente de Deus, e por isso foi rejeitada (Jeremias 49:7-22).

Quanto vale uma escolha! Como influenciam minha vida! O que você tem escolhido? Que lugar Jesus ocupa em suas escolhas? Pense nisso.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Reflexão da Semana - Olhar Para Cima

Porque Demas, tendo amado o presente século, me abandonou. 
2 Timóteo 4:10

Demas passou a acompanhar o pastor Paulo em suas viagens. As pregações dele eram polêmicas. Em certa ocasião, as pessoas investiram contra ele e quase o mataram. Demas percebeu que servir a Cristo não era fácil. Quando o pastor foi preso, somente Lucas seguiu com ele. Só depois de alguns meses é que aportaram em Roma devido a uma tempestade. Demas e Marcos os encontrariam lá. Nesse período, Demas começou a vacilar em sua fé. As dificuldades o desanimaram e Marcos insistiu com ele para permanecer firme.

Demas sentiu saudade de sua antiga vida. O comércio em Roma era agitado, os bares estavam cheios e as pessoas lá dentro cantavam e riam. Lembrou-se dos antigos amigos, das noitadas. Tudo parecia tão triste, tão difícil no presente! Era isso que queria? O pastor Paulo, que dedicara a vida àquela verdade, agora estava preso e possivelmente não sairia com vida. Precisava tomar uma decisão. Valia a pena seguir a Jesus? E se tudo aquilo não passasse de uma falsa verdade?

Ele morreria sem aproveitar sua juventude e não teria ganhado nada. A luta interior era intensa. Viu algumas pombas se alimentando da sujeira que havia no chão. “Será que não me pareço com uma delas? Em vez de voarem e buscarem coisas melhores se contentam com a miséria que encontram no chão? Chega!”, pensou. “Eu não quero mais isso.”

Demas desistiu. Seus olhos só conseguiam ver as sombras. Jamais viu as glórias que Cristo tinha para ele. Sim, ele se parecia com aquelas pombas. Contentou-se com a sujeira deste mundo quando poderia ter voado mais alto e encontrado a recompensa em servir a Jesus.

As lutas deste mundo podem ser grandes, mas Cristo prometeu nos dar forças para vencê-las. Jamais nos deixará só. Precisamos levantar nossa cabeça e olhar para cima e ver as glórias e maravilhas que Ele tem preparado para nós. Olhar além das coisas deste mundo. Olhar para o alto!

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Reflexão da Semana - Quando a comida se torna um fardo

Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus. 
1 Coríntios 10:31

Os livros de receitas culinárias e os de dieta estão entre os mais vendidos, em qualquer livraria. Os de receitas mostram como preparar alimentos saborosos, e os de dieta ensinam a evitar essas iguarias.
Um cientista da Califórnia calculou que o ser humano médio come 16 vezes o seu próprio peso durante um ano, enquanto um cavalo come apenas oito vezes o seu peso. Isto parece indicar que se você quiser perder peso, deve comer como um cavalo.
No entanto, em nosso mundo de contrastes e aberrações, milhões de pessoas diariamente vão para a cama com fome, enquanto outros se envolvem em campeonatos de glutonaria, como o americano Patrick Bertoleti, que comeu 420 ostras em apenas oito minutos.
A Igreja Adventista do Sétimo Dia recebeu, através do ministério de Ellen White, um extraordinário acervo de informações sobre saúde. A própria imprensa secular tem reconhecido que os hábitos saudáveis dos adventistas lhes têm propiciado mais saúde e vida mais longa do que a média dos americanos.
Em seu livro Conselhos Sobre o Regime Alimentar, Ellen White dedica um capítulo inteiro sobre “o comer em demasia”, e outro sobre “controle do apetite”. Ali ela diz que “quase todos os membros da família humana comem mais do que o organismo requer. Este excesso se deteriora e torna-se uma massa pútrida [...] Se é posto no estômago mais alimento do que requer a maquinaria viva, mesmo que seja alimento de boa qualidade, o excesso torna-se um fardo. O organismo faz desesperados esforços para eliminá-lo, e este trabalho extra causa uma sensação de cansaço e fadiga” (p. 132).
E ela oferece uma sugestão interessante para evitar o excesso: em vez de trazer os pratos aos poucos, coloque-os todos de uma vez na mesa. Assim a pessoa tem uma ideia geral do cardápio, pode fazer logo suas opções e se programar para não comer demais (ver p. 134).
Mesmo o alimento saudável deve ser ingerido com moderação. Moderação no que é bom e abstinência do que é prejudicial é a atitude correta do cristão, não só no tocante à alimentação, mas em todos os hábitos de vida.
Tudo o que fizermos, mesmo as coisas simples e rotineiras da vida, como o comer e o beber, devem honrar a Deus.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Reflexão da semana - Apenas um olhar

E a mulher de Ló olhou para trás e converteu-se numa estátua de sal. Gênesis 19:26





A vida transcorria serena e feliz em Sodoma, para aquela família de “adventistas”. Até o dia em que Ló, repentinamente, disse à esposa:
– Precisamos ir embora daqui, imediatamente!
– O quê!? Ir para onde? Tenho aqui todo o conforto, o supermercado fica aqui pertinho, a cabeleireira também. E, além disso, tenho minhas amigas, com as quais tomo chá às quatro horas da tarde. Vá você! Eu fico.
Ló insistiu, falando no que os anjos lhe haviam dito. A cidade seria destruída. Mas a mulher de Ló apontou para o céu azul, dizendo que não havia o menor sinal de tempestade. Depois apontou para os móveis da casa, e falou no conforto que gozavam.
– E você quer que eu abandone tudo isso, de repente, por causa do que dois desconhecidos disseram? Sabe lá se isso não é uma cilada para se apoderarem de nossa propriedade! Não, eu fico aqui com minhas filhas e genros.
Mas, apesar dos protestos da mulher, Ló finalmente conseguiu convencê-la a sair. É possível que os dois tivessem passado a noite toda discutindo, pois “ao amanhecer apertaram os anjos com Ló dizendo: Levanta-te, toma tua mulher e tuas duas filhas, que aqui se encontram, para que não pereças no castigo da cidade. Como, porém, se demorasse, pegaram-no os homens pela mão, a ele, a sua mulher e as duas filhas, sendo-lhe o Senhor misericordioso, e o tiraram, e o puseram fora da cidade” (Gn 19:15, 16).
Mas a certa altura, a mulher de Ló não aguentou, e olhou para trás, contrariando a categórica ordem de um dos anjos. Foi apenas um olhar, num segundo. Mas aquele olhar custou-lhe a vida.
Basta um olhar, numa fração de segundo, para arruinar uma vida inteira. Foi apenas um olhar que trouxe miséria e dor à vida de Davi. Do terraço de seu palácio ele viu uma mulher se banhando, e a esse olhar se seguiu adultério e homicídio. E depois o remorso e o sofrimento. Um único olhar, num breve momento, pode ser decisivo para a vida ou para a morte.
Há muitas lições espirituais a serem extraídas da experiência da mulher de Ló, cujo nome nem sequer sabemos. Mas fiquemos com a principal delas: a de não olharmos para trás. Cristo repetiu essa mesma verdade com outra figura, ao dizer: “Ninguém que, tendo posto a mão no arado, olha para trás, é apto para o reino de Deus” (Lc 9:62). O segredo da vitória na vida espiritual está em manter o olhar fixo em Jesus, pois na contemplação da Sua formosura, seremos transformados à Sua imagem.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Reflexão da semana - Antes que venha o reumatismo

Não me rejeites na minha velhice; quando me faltarem as forças, não me desampares. Salmo 71:9







Em nossa sociedade ninguém quer envelhecer, pois isso significa pertencer a um grupo marginalizado, que “já deu o que tinha que dar”, voltado para os “velhos tempos”, quando muita coisa era melhor.
A conversa do velho gira quase sempre em torno do passado. O jovem, por sua vez, tem interesse no presente e no futuro. Daí por que o diálogo entre esses dois grupos é muitas vezes difícil. E por essa e outras razões os nossos velhos se sentem frequentemente incompreendidos, rejeitados e inúteis. Um escritor contemporâneo chegou a dizer que havia nascido na época errada. “Quando eu era jovem”, explicava ele, “não se dava valor aos jovens. Agora que sou velho, não se respeita os velhos.”
Salomão, em sua velhice, escreveu um dos mais belos livros da Bíblia: Eclesiastes (o que prova que os velhos podem continuar sendo úteis). E em Eclesiastes 12:1 o velho sábio diz: “Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais dirás: Não tenho neles prazer.”
Salomão está dizendo, em outras palavras: “Lembra-te de Deus enquanto és jovem e forte, enquanto tens saúde e entusiasmo. Lembra-te de Deus antes que venham as dores reumáticas, as enxaquecas, os achaques da velhice. Antes que venham os maus dias e cheguem os anos dos quais dirás: Acabou-se a alegria.”
O que Salomão aconselha, contraria frontalmente o que o mundo pensa a esse respeito, ou seja, que religião é coisa para velhos. Por que não devemos esperar até a velhice para nos dedicarmos a Deus? Não teria Deus um plano para as pessoas idosas?
Não há dúvida de que há lugar para todos no plano de Deus. Mas Ele quer o nosso melhor. Poderemos ser úteis à Causa do Evangelho no crepúsculo de nossa vida, mas não devemos esperar este período da vida para nos dedicarmos a Deus, pois nossa contribuição nessa fase da vida será bem menor do que o que podemos Lhe oferecer no período áureo da vida, que é a mocidade.
A Palavra de Deus aconselha os jovens a serem submissos aos mais velhos (1Pe 5:5) e promete que os justos “na velhice darão ainda frutos” (Sl 92:14).
Os idosos devem se consagrar a Deus para terem uma velhice mais feliz. E os jovens se lembrem agora do seu Criador.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Reflexão da Semana - Dois irmãos

Pela fé, Abel ofereceu a Deus mais excelente sacrifício do que Caim; pelo qual obteve testemunho de ser justo, tendo a aprovação de Deus quanto às suas ofertas. Hebreus 11:4



Um piedoso professor certa vez me disse: “Criei meus dois filhos da mesma maneira. A instrução religiosa que um recebeu, o outro recebeu também. Mas um está na igreja e o outro não. O que será que aconteceu?”
Caim e Abel também eram dois irmãos que haviam sido criados no mesmo lar temente a Deus. Ambos haviam participado dos cultos familiares e visto seu pai Adão oferecer cordeiros como sacrifício a Deus. Tanto um como o outro receberam instruções quanto ao significado desses sacrifícios.
Mas eles “diferiam grandemente em caráter” (Patriarcas e Profetas, p. 71), e quando cresceram e foram orientados a oferecer seus próprios sacrifícios, Abel trouxe um cordeiro, como fazia seu pai, enquanto Caim trouxe produtos da terra, arrazoando que sua oferta era tão boa quanto à de seu irmão ou talvez até melhor, pois era o resultado do esforço próprio, de sua luta contra espinhos e cardos, pragas e intempéries, enquanto Abel ficava sentado o dia todo, olhando as ovelhas sem a menor preocupação.
Assim, provavelmente, pensava Caim.
Mas o fato é que Deus aceitou o sacrifício de Abel, ao passo que “de Caim e de sua oferta não Se agradou” (Gn 4:5), pois Caim ignorou que “sem derramamento de sangue não há remissão”, que os sacrifícios prefiguravam o sacrifício expiatório de Cristo. Caim não demonstrou arrependimento pelo pecado, não reconheceu sua dependência de Cristo, e não aceitou o plano de salvação pela graça de Deus. Preferiu confiar em seus próprios méritos.
Na diferença de atitude para com as instruções divinas, demonstrada por esses dois irmãos, vemos representadas duas classes de pessoas que existirão no mundo até o fim dos tempos: as que confiam nos méritos do Salvador e as que confiam em seus próprios méritos para salvação.
Dois irmãos podem receber a mesma educação, o mesmo amor de seus pais. Mas cada um deles é dotado de livre-arbítrio. Um pode escolher fazer a vontade de Deus e o outro não. Os pais, no entanto, precisam fazer a parte deles e orar para que no dia da volta de Jesus possam dizer com alegria: “Eis-me aqui, e os filhos que o Senhor me deu” (Is 8:18).

terça-feira, 4 de maio de 2010

Reflexão da Semana - O rosto é o espelho da alma


Jacó, por sua vez, reparou que o rosto de Labão não lhe era favorável, como anteriormente. Gênesis 31:2




É bem conhecida a expressão: “Do que está cheio o coração, fala a boca.” Mas não é só a boca que expressa o que nos vai dentro d’alma. O rosto também traduz, e muito, as nossas emoções, pois embora a fala seja o principal veículo de comunicação interpessoal, a expressão facial comunica muito mais do que se possa imaginar.
Os fisiologistas calculam que o rosto humano é capaz de gerar cerca de 20 mil expressões diferentes, através dos olhos, sobrancelhas, nariz, maçãs do rosto, boca e queixo.
Os lábios podem mentir, mas o rosto, especialmente os olhos, não. As esposas geralmente desenvolvem a capacidade de distinguir nos maridos, pela sua expressão facial, os mais leves indícios de que algo não vai bem, e lhes perguntam: “O que você tem? Que cara é essa?”
Nem sempre é possível entender o que significa o enrugamento da testa, o franzir dos olhos, o erguer das sobrancelhas, a boca semiaberta e os olhos descaídos. Mas os pesquisadores afirmam que há seis expressões básicas que são reconhecidas universalmente: alegria, tristeza, nojo, medo, aborrecimento e interesse.
Ellen White menciona também seis sinais de mau caráter revelados no rosto: “egoísmo, astúcia, engano, falsidade, inimizade e ciúme” (Conselhos Sobre a Escola Sabatina, p. 113).
Por outro lado, “se Cristo for o princípio permanente do coração, a pureza, o enobrecimento, a paz e amor se estamparão nas feições” (ibid.).
A Bíblia faz várias referências à expressão facial de seus personagens. “Irou-se, pois, sobremaneira, Caim, e descaiu-lhe o semblante” (Gn 4:5). O rei da Assíria, “com o rosto coberto de vergonha, voltou para a sua terra” (2Cr 32:21). As feições de Absalão revelavam sua intenção de matar Amnom (2Sm 13:32). Jacó viu que o rosto de Labão não lhe era favorável como anteriormente, e chegou à conclusão de que estava na hora de pegar suas coisas e ir embora, antes que a situação se deteriorasse ainda mais. Mas o próprio Jacó proferiu uma das expressões mais belas em seu reencontro com Esaú: “Peço-te que aceites o meu presente, porquanto vi o teu rosto como se tivesse contemplado o semblante de Deus” (Gn 33:10). “O amor estampado no rosto de uma pessoa é um reflexo do semblante de Deus, porquanto Deus é a fonte de todo amor” (R. N. Champlin).
Olhe-se no espelho, antes de iniciar suas atividades, hoje. Seu rosto expressa ódio ou amor? Angústia ou serenidade e confiança em Deus?
Que neste dia, “o Senhor sobre ti levante o rosto e te dê a paz” (Nm 6:26).

sexta-feira, 30 de abril de 2010

É HOJE

Hoje Sexta-Feira dia 30/04, às 20hs, você vai ter um encontro com DEUS no

VOCÊ NÃO PODE FICAR DE FORA! Traga seus amigos, e venha passar momentos agradáveis no inicio de Sábado mais animado que você conhece! Faça Parte dessa Geração Você Tbm!

Horário: 20hs
Local: Casa de um dos Integrantes
Rua Nair Maria Ferreira, 65 – Campo Largo - Salto de Pirapora/SP, próximo à antiga garagem da Breda.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

ACAMP INVERNO GERAÇÃO LUZ.. Você não pode ficar fora dessa!

Olá Galerinha animadaaaaaaa!!! Estamos passando para divulgar o Acamp Inverno
Para vocês que já participam desse ministério e para os que não participam pretendemos colocar o jovem para trabalhar na obra de Deus... e para isso nada melhor do que estar entre amigos, com Deus, afastado de tudo e no inverno!! rsrsrs
Veja as informações e nos acompanhe, ter você conosco será um privilégio!

Data: 16 a 18 de Julho de 2010

Local: Sitio Mississipi - Estrada de Salto de Pirapora a Sorocaba (depois da UFSCAR)

Presenças confirmadas: Música: JR e Banda (Pré lançamento da Novo tempo)
Para conhecer o Ministério de JR click no link: http://videolog.uol.com.br/ntcaixademusica/videos/482660

Momento espiritual: Geração 148 UNASP Campus II
para conhecer o ministério Geração 148 click no link: http://geracao148.blogspot.com/

Valor do investimento: R$ 50,00 com barraca
Crianças de 0 a 5 não pagam
Crianças de 5 a 9 pagam R$ 25,00
Pessoas de 10 anos acima R$ 50,00
Os adolescentes de 10 a 16 necessitarão de autorização que enviaremos.
Vagas Limitadas!
Pode parcelar o pagamento 1º parcela até 30/05 e 2º até 30/06
Pagamento total até 30/06.
Garanta sua Vagaaa!!!
Para ir ao Acamp entre em contato com:
Karina - (15) 8125 - 3265 ou 88055214
Tiago (15) 3492 - 2635 ou 9127-4429
Damaris (15) 8113 - 4059
Vejas as fotos do local no link abaixo:

Abraçãoooo

terça-feira, 27 de abril de 2010

Reencontro 2010


"Não importa o que você é, o que você fez, onde você esteve. Nunca é tarde ou longe demais para voltar... Porque o teu Pai celeste te ama incondicionalmente. Ele te conhece antes mesmo de você nascer... Sabe quem você é e quem você quer ser. Para Ele você é especial e não há nada que mude isso. Se todos te abandonaram, se a solidão te aflige, não esqueça: Teu Pai te reencontrou! Ele segura tua mão onde você estiver e diz: Você é o que existe de mais lindo para Mim. Venha comigo, meu filho."
convido para visitar o site

http://www.adv7.org.br
e assistir ao videoclipe do Reencontro 2010.

Reflexão da Semana - Beleza física não é tudo


Vendo os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas, tomaram para si mulheres, as que, entre todas, mais lhes agradaram. Gênesis 6:2





A beleza física é o atributo pessoal mais altamente valorizado em nossa e em outras culturas. E este fator acompanha o ser humano do nascimento à morte. Por essa razão, muitas mães ficam um tanto deprimidas, na maternidade, ao verem o filho recém-nascido. Elas esperavam dar à luz um verdadeiro “bebê Johnson”, com cabelos loiros, encaracolados, grandes olhos azuis, faces rechonchudas e coradas, e sorridente, mostrando já quatro dentinhos.
Em vez disso, trouxeram-lhes um pedaço de gente todo avermelhado, desdentado, careca, e berrando a plenos pulmões. A aparência é, em geral, decepcionante nos recém-nascidos.
Moisés, entretanto, parece ter sido uma exceção à regra, pois a Bíblia declara três vezes que ele era um bebê formoso: “E a mulher concebeu e deu à luz um filho; e, vendo que era formoso, escondeu-o por três meses” (Êx 2:2; ver também At 7:20; Hb 11:23).
É claro que sua mãe, Joquebede, o teria amado fosse qual fosse sua condição, pois as mães, com frequência, devotam seu mais profundo amor a crianças fracas e doentias. Mas ela sentiu que as qualidades observadas no seu bebê eram um sinal de que Deus lhe estava reservando uma tarefa especial no futuro, e por isso decidiu salvá-lo, com risco da própria vida.
Em muitos casos, porém, quando a beleza física não esteve associada à beleza de caráter e à fé em Deus, ela contribuiu para a ruína de heróis da Bíblia, como aconteceu com Sansão. A beleza de Dalila, “que agradava aos seus olhos”, custou-lhe, literalmente, “os olhos da cara”. Davi, atraído pela beleza proibida da mulher de Urias, foi levado a cometer adultério e homicídio. Quando os filhos de Sete se uniram às filhas de Caim, atraídos unicamente por um rosto bonito e um corpo esbelto, o mundo antediluviano descambou para a corrupção generalizada que resultou no dilúvio.
Se você é bonito, não se orgulhe. Louve a Deus por isso, pois o mérito é dEle, não seu. Lúcifer orgulhou-se de sua formosura e caiu. Se não é bonito, lembre-se de que é dito que Cristo “não tinha aparência nem formosura; olhamo-Lo, mas nenhuma beleza havia que nos agradasse” (Is 53:2).
“Aos olhos do mundo, não possuía beleza para que O desejassem; e não obstante era o encarnado Deus, a luz do Céu na Terra” (O Desejado de Todas as Nações, p. 23).

terça-feira, 20 de abril de 2010

Reflexão da Semana - Dependência de Deus

Andou Enoque com Deus e já não era, porque Deus o tomou para Si. Gênesis 5:24





Um marido, cansado de problemas familiares, desabafou para a esposa: “É incrível! Sempre temos um problema familiar pelo qual orar. Parece que isso não acaba nunca!” A esposa ponderou: “E o que você queria? Ser independente de Deus?”
A vida cristã é isto – dependência diária de Deus, tanto na paz como na tempestade.
Nos escritos inspirados encontramos revelações muito francas sobre os defeitos de grandes homens de Deus, como Abraão, Isaque, Jacó, Davi, Moisés e outros. Mas sobre Enoque não encontramos nenhuma referência desabonadora, embora, como ser humano, ele tivesse “intuição de sua própria fraqueza e imperfeição” (Patriarcas e Profetas, p. 85).
Um dos aspectos que se salientam na vida desse gigante da fé, o primeiro a ser trasladado para o Céu sem ver a morte, é o fato de que, em meio a uma geração perversa, “andou Enoque com Deus” (Gn 5:22, 24). E não foi por pouco tempo – ele andou com Deus durante trezentos anos! Estava tão próximo à Cidade Celestial, que um dia Deus lhe abriu as portas e o convidou a entrar.
Como é que Enoque atingiu essa grandeza espiritual? Ellen White responde: “O andar de Enoque com Deus não foi em arrebatamento de sentidos ou visão, mas em todos os deveres da vida diária. Não se tornou um eremita, excluindo-se inteiramente do mundo, pois que tinha uma obra a fazer para Deus no mundo. Na família e em suas relações com os homens, como esposo e como pai, como amigo, cidadão, foi ele um servo do Senhor, constante e inabalável [...] Enoque [...] passava muito tempo na solidão, entregando-se à meditação e oração” (ibid.).
A vida de Enoque é, sem dúvida, um exemplo para os crentes de todas as épocas. Nosso andar com Deus não deve ser alcançado através de experiências místicas ou afastamento da sociedade, “mas em todos os deveres da vida diária”. Em meio à correria desenfreada da vida moderna, precisamos encontrar tempo para ficar a sós com Deus, entregando-nos à meditação e oração e, então, voltar ao convívio social, refletindo a imagem divina obtida nesses momentos de comunhão.
Quem experimenta o novo nascimento, precisa crescer na graça e no conhecimento de Cristo, o que não ocorre da noite para o dia, mas é obra de uma vida inteira. Basta entregar-se diariamente à Fonte dessa transformação.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Reflexão da Semana - Música divina


Instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus, com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, com gratidão, em vosso coração. Colossenses 3:16

Tiago White estava, certa vez, presidindo uma sessão da Associação Geral. A reunião não estava indo bem, pois havia um clima de pessimismo e desânimo. Repentinamente, ele interrompeu a reunião e convidou Ellen White para um dueto. Quando eles terminaram a primeira estrofe, todos os delegados se uniram ao casal White para cantar o coro. Daí em diante houve um outro espírito na reunião.
Além do poder para reanimar espíritos abatidos, renovar forças e produzir tantos outros efeitos terapêuticos, a música sacra tem também um extraordinário poder de conversão. Um exemplo disto é a música do maior compositor sacro que já existiu: Johann Sebastian Bach.
Segundo o autor Philip Yancey, Bach se tornou o “compositor mais identificado com a igreja. O propósito de sua música era dar glória a Deus e recrear a mente”.
A Paixão de Nosso Senhor Segundo São Mateus é considerada a maior obra para coral que ele escreveu, mas não causou muito impacto em seus dias e deixou de ser apresentada por mais de 100 anos. Então, em 1829, Félix Mendelssohn recebeu uma cópia desse manuscrito e começou a preparar essa obra para ser apresentada. Antes de terminá-la, o jovem Mendelssohn, de apenas 20 anos, havia se convertido à fé em Cristo. Ele se converteu sem um único estudo bíblico! Sua conversão foi devida à música inspiradora de Bach.
O objetivo da música para Bach é, coincidentemente, o mesmo objetivo dos adventistas do sétimo dia: louvar e glorificar a Deus e edificar o ser humano. Ela é um meio pelo qual Deus pode comunicar-Se com o homem e revelar alguns aspectos de Sua natureza divina. Como tal, pode ser usada para promover a saúde física, mental e emocional do indivíduo.
Jesus “exprimia frequentemente o contentamento que Lhe ia no coração, cantando salmos e hinos celestiais. Muitas vezes ouviam os moradores de Nazaré Sua voz erguer-se em louvor e ações de graças a Deus. Entretinha em cânticos comunhão com o Céu; e quando os companheiros se queixavam da fadiga do trabalho, eram animados pela doce melodia de Seus lábios” (O Desejado de Todas as Nações, p. 73).
Cantemos mais, e com entusiasmo, os hinos celestiais, para dissipar o desânimo e as sombras que possam estar envolvendo nossa vida.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

O Sacrifício - Felipe Valente

Que Deus seja louvado, por nos dá o seu Sacrificio de Amor, Jesus Cristo.
Que possamos retribuir a Deus por seu amor por nós, dando-lhe o nosso melhor, todos os dias. Amem

Reflexão da Semana - Ele deu Sua vida


Por isso, o Pai Me ama, porque Eu dou a Minha vida para a reassumir. Ninguém a tira de Mim; pelo contrário, Eu espontaneamente a dou. João 10:17, 18

William Barclay conta que durante a Primeira Guerra Mundial um jovem soldado francês foi gravemente ferido. O seu braço foi despedaçado e teve de ser amputado.
Ele era um moço bonito, em pleno vigor de sua masculinidade, e o cirurgião lamentou que o jovem tivesse de viver o restante de seus dias mutilado. O médico esperou ao lado do leito, até que o moço recuperasse a consciência, a fim de lhe dar a má notícia. Quando o rapaz abriu os olhos, o cirurgião lhe disse:
– Lamento dizer-lhe que você perdeu o braço!
– Senhor – respondeu ele –, eu não o perdi. Eu dei meu braço pela França!
Jesus Cristo também não perdeu a vida como vítima impotente da maldade humana. Ninguém poderia tirar-Lhe a vida se Ele não o permitisse. Ele poderia ter chamado em Sua defesa “mais de doze legiões de anjos” (Mt 26:53), mas não o fez, porque voluntariamente aceitou o plano divino de “dar a Sua vida em resgate por muitos” (Mt 20:28).
Ser maltratado e morto sem poder defender-se é uma coisa. Mas ser submetido aos maiores sofrimentos e humilhações tendo poder para libertar-se e destruir de uma só vez todos os agressores, e não o fazer, é outra bem diferente. Jesus poderia ter desistido, a qualquer momento, de morrer para nos salvar, mas cumpriu corajosamente Sua missão na Terra até o fim.
Por que Cristo precisou morrer para nos salvar? Porque “a rebelião de Adão resultou em pecado, condenação e morte para todos. Cristo inverteu a tendência descendente. Em Seu grande amor, submeteu-Se a Si próprio ao julgamento divino do pecado e tornou-Se o representante da humanidade. Sua morte substitutiva providenciou a libertação da penalidade do pecado e o dom da vida eterna para os pecadores arrependidos” (Nisto Cremos, p. 162).
Nosso Salvador tinha de ser plenamente Deus e plenamente homem – um mistério que escapa à nossa compreensão. Só Cristo poderia preencher essas condições. Como não podia morrer no Céu, onde tudo é vida, Ele veio à Terra, onde reina o “império da morte”. Para isso, “o Verbo Se fez carne e habitou entre nós” (Jo 1:14). Viveu aqui uma vida sem pecado, morreu e ressuscitou, estabelecendo para sempre uma ponte entre Deus e o ser humano. Devido à Sua vitória nós também podemos ser vencedores.
E esse sacrifício Ele o fez por amor, porque não deseja que ninguém se perca.

terça-feira, 30 de março de 2010

Ultimo Exército

Essa musica fala da nossa missão como povo de Deus!
Ouça e aceite o chamado.
Composta por Carlos André Pscheidt


Reflexão da Semana - Palavra de Rei não volta atrás


Entristeceu-se profundamente o rei; mas, por causa do juramento e dos que estavam com ele à mesa, não lha quis negar. Marcos 6:26


Quando Dario, o medo, ocupou o trono de Babilônia e constituiu a Daniel como um de seus três presidentes, alguns homens, movidos por ciúme, prepararam uma cilada para Daniel, o fiel servo de Deus.
Sabendo que Daniel costumava orar abertamente a Deus, três vezes por dia, apresentaram-se diante do rei e o persuadiram, através de lisonjas, a baixar um decreto que proibisse a todos fazer alguma “petição a qualquer deus ou a qualquer homem” (v. 7), fora o rei, pelo espaço de trinta dias. Quem desobedecesse, seria lançado na cova dos leões.
Quando Daniel soube do decreto, logo percebeu o que seus inimigos queriam. Mas não mudou seus hábitos devocionais. Não que fosse teimoso ou quisesse desafiar o governo, e sim porque sua dedicação a Deus estava acima de qualquer proibição ou ameaça. E continuou orando publicamente, como costumava fazer.
Os conspiradores foram correndo contar ao rei que Daniel não dera a mínima importância ao decreto. Só então o rei entendeu que tudo não passara de uma cilada para afastar do governo um homem fiel, no qual não se achava “nenhum erro nem culpa” (v. 4). Penalizado, procurou salvar seu fiel servidor, mas foi avisado pelos conspiradores que “é lei dos medos e dos persas que nenhum interdito ou decreto que o rei sancione se pode mudar” (v. 15).
Isso tinha um lado bom: o povo sabia que podia confiar na palavra dos seus governantes. Sabia que o rei não anunciaria num dia o congelamento dos preços, para no dia seguinte pedir o apoio de todos para o aumento no preço da gasolina. O povo aprendera, por experiência própria, que “palavra de rei não volta atrás”.
Por outro lado, uma lei mal formulada, que trouxesse consequências danosas para a população, também teria de ser cumprida. E esse fato deveria ser suficiente para que os reis da época pensassem muito bem antes de emitir um decreto. Mas isso nem sempre acontecia. Dario, envaidecido com a perspectiva de ser adorado como um deus, não desconfiou da proposta de seus assessores. E lavrou o decreto.
Agora, aí estava o resultado: Daniel, um homem a quem o rei admirava e respeitava, teria de ser lançado aos leões por causa de um decreto tolo que não podia ser revogado. Daniel só escapou com vida porque Deus “enviou o Seu anjo e fechou a boca aos leões” (v. 22).
Assuero e Herodes cometeram erros semelhantes (Et 3:13; Mc 6:26). Mas se você não é rei, volte atrás se perceber que está errado.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Video Geração Luz

Participe você tbm dessa Geração Luz!!!


Reflexão da Semana - É preciso provar para saber


Oh! Provai e vede que o Senhor é bom. Salmo 34:8

Eugene Lincoln conta que em 1820 uma multidão se aglomerou com curiosidade e expectativa ao redor do Palácio da Justiça em Salém, Nova Jersey. Havia ali uma feira, e as pessoas se acotovelavam e empurravam cheias de tensão, pois iriam testemunhar um ato de coragem.
Logo um homem apareceu na escadaria, segurando em uma das mãos um belo fruto vermelho que havia feito parte da decoração da feira. Pessoas no meio da multidão cochichavam com agitação, enquanto o homem erguia o fruto para que todos o vissem.

– Será que ele realmente vai comê-lo? – indagavam alguns com incredulidade.

O homem era o coronel Robert Gibbon Johnson, e o fruto era um tomate, chamado naquele tempo de “maçã do amor” e considerado extremamente venenoso. As maçãs do amor serviam para galanteios ou decorações. Os rapazes as presenteavam às namoradas, as quais usavam depois as sementes em bolsinhas ao redor do pescoço. O fruto era admirado por sua beleza, mas ninguém se atrevia a comê-lo.
A multidão suspirou horrorizada quando o coronel colocou cuidadosamente o tomate na boca e o comeu com visível satisfação. Todos esperaram com a respiração suspensa que ele logo se contorcesse em agonia e morresse ali mesmo, na escadaria do palácio.
Mas nada aconteceu. Ele começou a comer um segundo tomate, explicando, enquanto comia, que os tomates eram uma delícia, tanto crus como cozidos. Elogiou a cor e textura deles. Então convidou os presentes a participar de sua refeição, e alguns dos mais corajosos foram à frente. Logo eles também confirmaram que os tomates eram saborosos.
A notícia se espalhou rapidamente e em pouco tempo os tomates passaram a fazer parte do cardápio no mundo todo.
Se o coronel Johnson não tivesse comido aqueles primeiros tomates, é possível que as pessoas continuassem a admirá-los como “maçãs do amor”, se encolhendo de horror ante o pensamento de ingeri-los.
A vida cristã é muito semelhante. É possível passar a vida toda admirando o amoroso Jesus, sem saber realmente quão bom Ele é, enquanto não experimentarmos o Seu amor. Por isso, Davi conclamou a todos a provar e ver que o Senhor é bom.

Eu Sempre Estou Aqui

A música de hoje, fala da certeza que Deus SEMPRE está conosco, que Ele é nosso GUIA e nossa PROTEÇÃO

sexta-feira, 19 de março de 2010

O Sábado Chegou!!! \o/

É hoje!!!

Hoje Sexta-Feira dia 19/03, às 20hs, você vai ter um encontro com DEUS no 
VOCÊ NÃO PODE FICAR DE FORA! Traga seus amigos, e venha passar momentos agradáveis no inicio de Sábado mais animado que você conhece! Faça Parte dessa Geração Você Tbm!


Horário: 20hs

Local: Casa de um dos Integrantes

Rua Nair Maria Ferreira, 65 – Campo Largo -  Salto de Pirapora/SP, próximo à antiga garagem da Breda.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Reflexão da Semana - Enquanto há vida, há esperança

E acrescentou: Jesus, lembra-Te de mim quando vieres no Teu reino. Lucas 23:42



Há várias lendas sobre o ladrão arrependido, chamado Dimas. Uma delas o considera uma espécie de Robin Hood judaico, que roubava dos ricos para dar aos pobres. As Escrituras, porém, silenciam sobre sua vida criminosa.


O que teria levado esse criminoso a se arrepender na hora undécima e a clamar a Cristo, reconhecendo-O como Salvador, enquanto seu colega continuava blasfemando contra Ele? Ellen White lança alguma luz sobre esse malfeitor, ao afirmar que ele havia sido companheiro de Barrabás (O Desejado de Todas as Nações, p. 741), mas “não era um criminoso endurecido; extraviara-se por más companhias, mas era menos culpado que muitos dos que ali se achavam ao pé da cruz, injuriando o Salvador. Vira e ouvira Jesus, e ficara convencido, por Seus ensinos, mas dEle fora desviado pelos sacerdotes e príncipes” (ibid., p. 749).


Pendente da cruz, o ladrão arrependido lembra-se de tudo o que ouvira de Jesus e, iluminado pelo Espírito Santo, se convence de que Cristo, não apenas era inocente, mas era também o Filho de Deus. Com um fio de esperança em seu coração, lança ao Salvador um apelo: “Senhor, lembra-Te de mim, quando vieres no Teu reino.” Essa súplica foi um “raio de conforto” para Cristo, após sofrer tantas injúrias e escárnios (ibid.).


Enquanto os discípulos, temerosos, haviam fugido, exclamando com desânimo: “Ora, nós esperávamos que fosse Ele quem havia de redimir a Israel” (Lc 24:21), este homem rude e cruel, de modo inesperado, manifestou sua fé no Filho de Deus, dEle recebendo a certeza da salvação eterna.


Algumas lições a serem aprendidas com esse ladrão:


1. Nunca é tarde para se arrepender. A salvação oferecida por Cristo vale enquanto o coração bater.


2. Cristo lhe prometeu vida eterna, o que indica que os seus pecados foram perdoados. Mas não o mandou descer da cruz. Os crimes pelos quais havia sido condenado teriam de ser pagos. É como se Cristo lhe tivesse dito: “Olha, Dimas, como você se arrependeu, Eu pago, na Minha cruz, as consequências eternas dos seus crimes e pecados. Mas as consequências temporais, você terá de pagar, na sua cruz!” Dimas, portanto, não ficou impune.


3. O arrependimento que ocorre pouco antes da morte, raramente é genuíno. Na maioria dos casos trata-se de medo da morte e apreensão pelo juízo vindouro.


Enquanto há vida, há esperança. Mas adiar a decisão de se entregar a Cristo para o derradeiro momento é muito arriscado. Não há tempo a perder. Decida-se já. Você talvez não tenha outra chance.

Tenha Fé

Bem o post de hoje é do Artpella. Quem já conhece sabe que é um grupo muito abençoado por Deus, quem não conhece vai conhecer agora! O Artpella ganhou a edição de Outubro/08 do programa Astros (SBT), cantando música cristã e emocionando os jurados.


Hoje eles já tem um CD gravado, vai aí uma de suas músicas, Tenha Fé.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Reflexão da Semana - Confie Sempre


Confiem sempre no Senhor, pois Ele é o nosso eterno abrigo. Isaías 26:4, NTLH


– Ó senhor, por favor, me ajude. Não sei o que fazer. Por causa de uma doença, meu marido não pôde pagar o seu credor. E agora que ele morreu, o homem quer levar meus filhos para serem seus servos. Fiquei sem marido e agora vou ficar sem meus filhos? O que será de mim?


A mulher caiu aos pés de Eliseu. Era um caso complicado de se resolver. O que ele poderia fazer?


– Bem, o que você tem em casa?


– Nada. Somente um pouco de azeite.


O homem de Deus explicou-lhe o que fazer. Ela saiu depressa e reuniu seus filhos; pediu-lhes que fossem à vizinhança e trouxessem muitas vasilhas.


Os meninos trabalharam a manhã toda recolhendo vasilhas e, quando chegavam, ela tomava do azeite que tinha na sua e colocava nas outras. Quanto mais enchia as vasilhas, mais azeite tinha para encher outras. Até que a última vasilha foi completada. Não havendo mais vasilhames, o azeite parou de se multiplicar e os meninos saíram para vendê-lo.


A mulher satisfeita voltou a Eliseu para agradecer-lhe.


– Não vou ficar mais sem meus filhos, pois consegui pagar a dívida e ainda sobrou para suprir nossas necessidades por um bom tempo. Muito obrigada!


Era o profeta de Deus, cheio do Seu Espírito.


O que Deus pode fazer por Seus filhos quando eles se colocam à Sua disposição? Muita coisa.


O que Ele poderá fazer por você, se deixar que Ele o use? Por que não colocar seus talentos em Suas mãos para que Ele os multiplique para a Sua obra? Não é esse um bom “negócio”? Afinal, estamos aqui neste mundo para tratar dos negócios do nosso Deus e Pai, não é mesmo? Então, por que não deixar que Ele guie tudo?

Alessandra Samadello - Tomou o meu lugar

Linda Musica interpretada por Alessandra Samadello

segunda-feira, 1 de março de 2010

Reflexão da semana - Sono de Benção

 
Enviado por Rafael Gonçalves
Liberte-se da prepotência

O ser humano por vezes é prepotente e arrogante. E não estou falando que o é com outros seres humanos, mas com Deus – o que é pior. É muito comum reivindicarmos, como nossas, vitórias que de maneira nenhuma foram conquistadas com nossas forças. Mas dizemos: “eu fiz”, “eu consegui”, “eu venci”... E Deus? Será que verdadeiramente transmitimos a honra que Deus merece por ter-nos dado algo nessa vida? Nos achamos ganhadores de tudo que temos? É nosso suor, o trabalho de cada dia que nos abastece?
Vejamos: “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela. Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão que penosamente granjeaste; aos seus amados Ele o dá enquanto dormem” (Salmos 127:1 e 2).
Fato é: todo bem procede de Deus! Não adianta ficarmos nos enganando, achando que o nosso esforço diário é que nos sustém. Óbvio que o trabalho é importante no processo. Não estamos falando aqui de sedentarismo, esperando que tudo caia do céu. Mas a força de trabalho, as metas atingidas, o salário no fim do mês, jamais estariam à nossa disposição não fosse a vontade de Deus.
Aos seus amados Deus dá enquanto dormem! Entregue-se nas mãos de Deus, abandone a prepotência e tenha noites abençoadas durante a semana! Uma ótima semana com ótimos sonhos!

Hillsong - Found (Legendado em português)

Você me buscará e me encontrará quando me procurar de todo coração serei achado de Ti
(Jeremias 29:13-14)

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Felipe Valente - Não tente entender

Reflexão da semana - Tempo de Mudar



Tempo de mudar

O mais fantástico de todos os transplantes

A História registra em 23 de dezembro de 1954 o primeiro transplante de órgão humano. Em 3 de dezembro de 1967 Christian Barnard realizou o primeiro transplante de coração no mundo. De lá até hoje os transplantes foram aperfeiçoados cada vez mais, chegando ao ponto de, dias atrás ter ocorrido o primeiro transplante de rosto em um homem, na Espanha, no qual até a própria língua foi transplantada, o que lhe permitirá falar fluentemente novamente.

É maravilhoso ver como a Ciência tem se especializado cada vez mais nesta área, tentando aliviar dores, prolongar a vida, etc., mas interessante é que, há muito, Deus já havia demonstrado Seu desejo de realizar em cada um de nós um “transplante”, que daria não uma sobrevida, mas uma vida de verdade e, como bônus, a vida eterna. “Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne” (Ezequiel 36:26).

Deus quer nos conceder a possibilidade de uma mudança completa, a mudança de pensamento, de hábitos, etc., mudança que só nos trará benefícios. Deixe que o Eterno realize Seu “procedimento cirúrgico” e tenha uma vida melhor aqui e a certeza de uma vida eterna no porvir.


Enviada por: Gelson de Almeida Jr.